Documentação para abertura de empresas: o que minha empresa precisa para funcionar legalmente?

Abertura de empresa - RCS

A abertura e gestão de um novo negócio é um procedimento bastante burocrático e, como as pessoas não têm o conhecimento aprofundado sobre, pode gerar um grande nível de estresse.
Para que sua empresa funcione legalmente, é preciso recolher diversos dados e informações sobre o empreendimento e uma série de documentações sobre os donos e sócios.

Continue reading

Ações no imposto de renda: como declarar investimentos e ações na Bolsa de Valores?

O Imposto de Renda é um tributo federal pago anualmente pelos contribuintes, inclusive aqueles que possuem ações e investimentos na Bolsa de Valores.

As ações e outros investimentos, como fundos imobiliários e operações de daytrade, devem ser declarados anualmente no Imposto de Renda, além de exigirem a emissão da DARF mensalmente.

Cada investimento possui seu próprio código de identificação para ser preenchido na declaração do Imposto de Renda.

Por isso, é muito importante estar atento aos seus rendimentos decorrentes dessas ações, para manter sua situação regularizada diante o Fisco.

Quer entender melhor como declarar ações e investimentos no Imposto de Renda? Leia este artigo até o final e saiba mais sobre o assunto.

Ações e Investimentos: como são tributados?

As ações são ativos financeiros negociados em mercados de capitais. Estão incluídos nestas negociações títulos, valores imobiliários e ativos financeiros, classificados em: mercado de renda variável e mercado de renda fixa.

Já as operações de daytrade são operações iniciadas e encerradas no mesmo dia, com o mesmo ativo, tendo seus valores quitados total ou parcialmente.

As ações e outros investimentos devem ser declarados no Imposto de Renda, até mesmo aqueles que estão isentos da tributação do IR, para que seja constatada a posse dessas ações e investimentos.

As ações e seus dividendos são isentos da cobrança do Imposto de Renda. Já os juros sobre o Capital Próprio são tributados em 15%.

Para negociações de compra e venda comuns, se o investidor vendeu mais de 20 mil reais em ativos no mês, os lucros serão tributados também em 15%.

Fique sabendo que, caso seus rendimentos não atinjam o limite citado, estes valores estarão isentos da tributação do Imposto de Renda.

Agora, se você é um trader que realiza operações diárias, independente dos rendimentos, é gerado imposto sobre eles.

O Fundo de Investimento Imobiliário também deve ser declarado no IR?

Os rendimentos decorrentes de Fundos Imobiliários também devem ser declarados no Imposto de Renda, sendo tributado a 20% do valor recebido advindo destas negociações.

Para isso, 3 requisitos devem ser cumpridos:

  • o fundo imobiliário deve comportar, no mínimo, 50 cotistas;
  • o investidor deve ter posse de menos de 10% do total de cotas do fundo imobiliário; e
  • as cotas devem ter sido negociadas exclusivamente na B3.

E os investimentos, todos eles são tributáveis?

Os investimentos que envolvem impostos devem ser declarados em “rendimentos sujeitos à tributação exclusiva”, de acordo com seus rendimentos.

Os investimentos passíveis de tributação são:

  • Título de Tesouro Direto;
  • Certificado de Depósito Bancário;
  • Debêntures;
  • Fundos de Investimento;
  • Recibo de Depósito Bancário; e
  • Letra de Câmbio.

Há também os investimentos que não geram Imposto de Renda sobre eles. Abaixo, estão listados esses investimentos:

  • Caderneta de poupança;
  • Debêntures incentivadas;
  • Letra de Crédito Imobiliário;
  • Letra de Crédito do agronegócio;
  • Indenizações de seguros;
  • Certificado de recebíveis imobiliários; e
  • Certificado de recebíveis do agronegócio.

Estes investimentos listados acima devem constar na declaração do Imposto de Renda, sendo que, de acordo com sua modalidade, devem ser preenchidos em abas específicas.

DARF: investidores são responsáveis pelo seu Imposto de Renda

Quando você se torna um investidor, com ações em Bolsas de Valores, os rendimentos gerados a partir desses investimentos são passíveis de tributação.

Alguns deles têm impostos abatidos ao serem retirados do fundo de investimento, como o Tesouro Direto.

Já para ações e operações de daytrade, o investidor é responsável por emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Federais, e por meio deste efetuar o pagamento do IR mensalmente.

O pagamento da DARF deve ser realizado até o último mês subsequente à operação realizada.

Ou seja, se você fez uma ação na Bolsa no dia 12 de fevereiro, sua Darf pode ser paga até o último dia de março.

Além disso, os prejuízos de operações registrados em um mês podem ser compensados com o lucro de outros meses, reduzindo a base de cálculo do imposto.

Outro detalhe importante é que, caso você perca o prazo para pagar a DARF, é preciso emitir outro documento, que calcula todos os juros e multas que você deverá pagar devido ao atraso.

Qual a documentação necessária para declarar ações e investimentos no IRPF?

Para declarar ações e investimentos no Imposto de Renda anual, você deve reunir alguns documentos:

  • Informe de Rendimentos;
  • Nota de Corretagem; e
  • Posição Acionária.

Estes documentos informam todos os dados necessários sobre os investimentos e operações realizados pelo contribuinte, inclusive aqueles isentos da cobrança de imposto.

RCS Assessoria Contábil te auxilia na declaração do Imposto de Renda

Ao declarar ações, investimentos e o próprio Imposto de Renda, várias dúvidas surgem na nossa cabeça.

Embora a tributação do Imposto de Renda não seja tão complexa assim, para realizá-la é preciso ter informações assertivas para evitar erros no processo.

Se você está sem tempo ou precisa de ajuda para realizar sua declaração do IRPF, viabilize contratar um contador de confiança.

A RCS Assessoria Contábil confecciona as declarações e presta todo o auxílio necessário aos clientes durante este processo.

Entre em contato conosco! Estamos prontos para atendê-lo.

Capital de Giro: qual a importância de gerenciar o dinheiro disponível de sua empresa?

No contexto empresarial, é muito importante administrar o capital de giro do seu negócio.

Isso porque o capital de giro simboliza todos os recursos financeiros que uma empresa necessita para manter seu funcionamento e suas atividades operacionais.

Sem um devido controle destes recursos, sua empresa não poderá oferecer seus produtos e serviços aos clientes e corre o risco de ir à falência.

Por isso, é preciso estudar quanto tempo você leva para pagar efetivamente todas as dívidas do negócio e mantê-lo ativo.

Sem o devido planejamento, sua empresa pode limitar seu crescimento, suas vendas e a compra de matéria-prima e/ou produtos.

Quer entender melhor como gerenciar bem o capital de giro de sua empresa? Então leia o artigo até o final.

Além disso, se você busca melhorar seu conhecimento e a administração financeira de seu negócio, assine nossa newsletter.

Assim você fica informado de técnicas, termos e métodos para gerir bem o seu negócio.

Capital de Giro: gerir os recursos empresariais aumenta seu sucesso no mercado

O Capital de giro é o dinheiro necessário para fazer sua empresa operar com segurança, sem dever nada a alguém.

Ele envolve os valores no caixa, depositados em contas bancárias e de contas a receber, além de outros compromissos próximos que podem ser transformados em dinheiro para pagar as despesas de sua empresa.

O cálculo do capital de giro apresenta os valores disponíveis para que a empresa cumpra suas obrigações e consiga fazer novos investimentos, mesmo quando algum problema surge, como queda nas vendas ou estoque parado.

Além de garantir a saúde financeira do seu negócio, o capital de giro facilita a gestão empresarial, já que proporciona a conquista de novos equipamentos, a sustentação do estoque e a possibilidade de trabalhar com pagamentos a prazo com seus clientes, sem prejudicar o orçamento da empresa.

Embora possa ser negligenciado pela falta de conhecimento dos empresários e pequenos empreendedores, o capital de giro é essencial para garantir a segurança de funcionamento sem dificuldades em pagamentos com fornecedores.

Tem mais de um tipo de capital de giro ou é tudo a mesma coisa?

Existem várias modalidades de capital de giro. Confira a seguir.

  • Líquido: aqui estão incluídos recursos financeiros da empresa, como bens e imóveis (exceto os não circulantes, que não contam com liquidez).
  • Negativo: quando os recursos disponíveis não são suficientes para pagar os débitos que a empresa possui, este sinal de alerta é emitido.
  • Próprio: o capital de giro próprio se refere aos valores disponíveis para a empresa, sem a necessidade da realização de empréstimos.
  • Associado a investimentos: esse cálculo se refere às despesas que a empresa precisará pagar ao fazer um determinado empréstimo, como um financiamento para comprar novos equipamentos.

O capital de giro, essencialmente, é uma espécie de reserva para você retirar recursos enquanto não recebe pagamentos de seus clientes e outras instituições.

Além disso, podem existir imprevistos que possam afetar a saúde financeira da empresa, como crises econômicas, oscilações de mercado, perda de produtos, entre outros.

Confira algumas dicas para gerir e calcular corretamente o capital de giro da sua empresa.

A fórmula para manter o capital de giro na medida certa!

Antes de te mostrar qual o cálculo certo, é preciso enfatizar que o valor varia de cada empresa, suas atividades, serviços e os demais pontos para manter a operação do seu negócio.

Para calcular o capital de giro necessário referente a quitação das despesas mensais:

  • Some as contas a receber e o valor disponível em bancos e aplicações;
  • Subtraia do resultado as contas a pagar e o valor de impostos e despesas.

Pronto! O resultado é o valor mínimo necessário para a reserva de sua empresa.

Agora, para ter maior segurança durante mais tempo, multiplique esse resultado por 6. Assim, você garante uma reserva semestral, caso ocorra algum imprevisto dentro deste período.

O próximo passo, depois de encontrar e reservar o valor necessário, é manter o capital de giro saudável.

Para isso, siga as dicas a seguir:

  • procure investidores para sua empresa;
  • encontre opções para receber pagamentos antecipados;
  • negocie as melhores condições com seus fornecedores e clientes;
  • saiba quando optar por linhas de crédito, como empréstimos e financiamentos; e
  • mantenha um controle financeiro detalhado

Além disso, você pode também determinar o capital de giro líquido disponível. Para isso, calcule o ativo circulante, valor de pagamentos dos seus clientes, e subtraia o passivo circulante, referente às despesas da empresa.

Outra dica importante é efetivar o gerenciamento financeiro geral de seu negócio.

Nem só da reserva sua empresa viverá. Outros pontos também são importantes para a saúde financeira da sua empresa e para sustentá-la ativa no mercado.

É por isso que a RCS Assessoria Contábil – CRC-MG 7.993, está à disposição para atendê-lo e auxiliá-lo na gestão financeira do seu negócio.

Oferecemos diversos serviços que garantem benefícios e mais tranquilidade para você cuidar do seu negócio com segurança e conforto, garantindo as melhores opções de gerenciamento, como adequação tributária de sua empresa.

Entre em contato conosco e saiba mais sobre nossos serviços!

Fluxo de caixa: qual a importância da análise de movimentações financeiras da sua empresa?

Sabemos o quão importante é analisar todos os valores, tanto despesas quanto receitas, de um empreendedorismo.

Por esse motivo, o fluxo de caixa se mostra uma ferramenta interessante para manter a boa saúde da sua empresa.

Isso porque o fluxo de caixa permite apurar e planejar o dinheiro disponível da empresa, para que ela sempre tenha capital de giro.

Assim, sua empresa não fica com contas pendentes e, caso surja alguma eventualidade, você poderá desembolsar esse dinheiro com o fluxo de caixa.

Dividido em 4 vertentes, o fluxo de caixa apresenta inúmeros benefícios para os empresários que utilizam a ferramenta para analisar seus gastos e receitas.

Quer saber mais sobre essas vantagens e benefícios? Fica comigo até o final deste artigo que te conto tudo que você precisa saber sobre o fluxo de caixa.

Além disso, considere se inscrever para receber nossa newsletter. Assim você irá ficar por dentro das nossas postagens aqui no blog e aprender muito mais sobre como administrar sua empresa e suas movimentações financeiras.

Estamos preparando novos materiais semanalmente, visando o conforto e informações de qualidade para você.

Considere se informar mais sobre o IRPF, o imposto anual que todos temem. Aqui no nosso blog temos vários artigos sobre o assunto. Confira!

Fluxo de caixa: uma ferramenta muito útil para projeção e planejamento

O fluxo de caixa é uma ferramenta que registra todas as movimentações financeiras de uma empresa, tanto as entradas quanto as saídas de dinheiro do caixa da sua empresa.

Garantindo registros detalhados, seu fluxo de caixa se mostra efetivo para a gestão administrativa do negócio.

Isso porque são listados nele:

  • rendimentos: venda à vista e a prazo, recebimento de duplicatas, entre outros;
  • pagamentos: compras à vista e a prazo, pagamentos de duplicatas, pagamento de despesas e outros pagamentos; e
  • previsões: até o último pagamento e recebimento conhecido ou o máximo de perspectiva adequada às necessidades da empresa.

O fluxo de caixa apresenta 4 divisões, sendo elas:

  • Operacional: relacionado à operações da empresa;
  • Financeiro: relacionado à movimentação de dinheiro através de empréstimos e outras atividades que envolvem valores em dinheiro;
  • Recebimentos de Fontes: não relacionados à operações do negócio; e
  • Fluxo de caixa de investimento: que apresenta aportes relacionados aos desenvolvimentos de produtos, por exemplo.

Com essas informações, administrar seu negócio ficará muito mais fácil, pois auxilia na compreensão da situação financeira presente e futura da sua empresa.

É importante ter em mente que, para quem não tem o costume de utilizar a ferramenta, no início pode ser desafiador elaborar um fluxo de caixa efetivo e claro.

Mas ao longo do tempo de prática, você aprimora seu processo de aplicação e leitura da ferramenta, além de ser possível fazer o fluxo de caixa numa folha de papel, em planilhas digitais ou até mesmo sistemas de gerenciamento.

O saldo final no fechamento de caixa deve corresponder ao valor dos recursos disponíveis no caixa da empresa ou depositados em contas bancárias, sendo que este resultado é o saldo disponível analisado pela diferença entre o total do valor dos recebimentos e pagamentos realizados em uma determinada data ou período.

Além disso, o fluxo de caixa pode ser feito de forma diária, semanal, quinzenal ou mensal.

Quais os benefícios de realizar o fluxo de caixa?

Com o fluxo de caixa, você tem uma visão do seu negócio. Com ele você avalia a disponibilidade de caixa e a liquidez da empresa.

Sendo assim, é mais fácil tomar decisões e planejar formas positivas de usar o seu dinheiro na sua empresa.

Dentre essas medidas, as mais comuns são a redução de despesas sem comprometer o lucro obtido, a organização de promoções para venda em massa de estoque armazenado e a negociação de prazos mais vantajosos para efetuar pagamentos aos fornecedores.

É bom ter em mente que o saldo de caixa não indica se a empresa está obtendo lucro ou prejuízo em atividades operacionais.

A análise do fluxo de caixa te permite escolher as melhores estratégias para gerir o dinheiro de sua empresa, além de alavancar o crescimento dela ou resolver as eventuais situações negativas que você se depara no cotidiano empresarial.

Outra vantagem do fluxo de caixa é permitir o controle das atividades do ciclo operacional da empresa, no caso todas as atividades de compra e venda de mercadorias e serviços que sua empresa realizou em curto prazo e seus respectivos pagamentos e recebimentos.

Para evitar falhas de fluxo, é preciso reservar um capital de giro. Você sabe o que é este termo?

Capital de giro: o complemento do fluxo de caixa

O capital de giro de uma empresa são recursos financeiros que está estão reservados.
Sendo assim, ele mostra informações de tempo e quantidade de dinheiro que a empresa precisa enquanto não recebe os valores das vendas que efetuou a venda, para parar todas as despesas que deve.

Ou seja, o capital de giro é a quantidade de dinheiro que a empresa tem reservado para manter e sustentar o fluxo de caixa em dia, para manter o resultado de tudo que foi pago e recebido.

Por isso, para fazer um fluxo de caixa assertivo, é importante conhecer o tempo de venda e recebimento destas vendas na sua empresa, relacionando essas informações com o seu prazo de pagamento.

Além do fluxo de caixa e capital de giro, existem outras ferramentas capazes de te trazer tranquilidade na gestão financeira do seu negócio.

Infelizmente, com a alta demanda de tarefas e responsabilidades, é desafiador e muitas vezes impossível realizar o uso de todas essas ferramentas por conta própria.

Por isso, a RCS Assessoria Contábil está aqui para te ajudar no balanço financeiro de sua empresa.

Estamos há mais de 10 anos no mercado realizando serviços de qualidade para nossos clientes e enriquecendo, cada vez mais, nossas empresas e potenciais clientes com nossos conhecimentos.

Entre em contato conosco e deixe-nos ajudar você e sua empresa a percorrer um caminho de sucesso!